A descoberta de um câncer é um momento da vida de uma pessoa que pode gerar muitas dúvidas e incertezas para qualquer um. E isso deve ser discutido – no momento certo – para que estas incertezas não atrapalhem ainda mais a rotina de quem passa por isso.
Vendo de fora, a jornada pode ser dividida em diagnóstico, planejamento ao lado do médico, tratamento e acompanhamento pós-tratamento. Isso não está errado, no entanto, para quem vive o dia a dia desta doença, o conviver e a verdadeira jornada do paciente oncológico vai muito além e contém diversos pormenores.
Em um mundo ideal – e que acreditamos (e queremos) que seja possível alcançar – a jornada oncológica ideal será aquela que se adapte à realidade de cada paciente. Nela, todas as fases estão interconectadas e não independentes entre si.
Etapa por etapa
É claro que o diagnóstico sempre será uma parte inevitável e essencial no processo. Descobrí-lo cada vez mais cedo é uma meta e um sonho na medicina moderna, pois é este diagnóstico – e a sua antecipação – que ditará o ritmo de todo o resto da jornada oncológica.
Em seguida, é essencial consultar o oncologista o quanto antes para que ele conheça melhor você, tanto a sua história como a condição em que você se encontra agora. Aqui, nós do CEON+, sempre gostamos de reforçar a maneira como o profissional e o paciente vão interagir. Ir para além do câncer é importante em uma conversa como essa para que seu oncologista consiga conhecer a fundo sua história e seus medos para o melhor direcionamento possível.
Não é um tarefa fácil para ambos os lados, mas é algo imprescindível para que a jornada comece com um pé direito.
O planejamento do tratamento será um mapa do que acontecerá a partir de então. Qual caminho seguir? Quimioterapia? Imunoterapia? Esteja sempre muito bem informado(a) e tire suas dúvidas com seu médico.
Conviver e aprender
O acompanhamento do tratamento é um fator indispensável. Sabemos que em muitos tipos de doença, a falta de engajamento e até a pausa no tratamento se torna um problema muito sério e difícil de controlar já que para que tudo der certo, o discernimento e a compreensão da importância daquilo para o bem-estar nem sempre é presente.
Tratamentos como a quimioterapia podem ser realizados de casa e a administração de remédios pode até ser feita pelo próprio paciente – desde que este esteja comprometido e engajado.
Ter uma equipe multidisciplinar lado a lado do paciente, seja com psicólogos ou nutricionistas, por exemplo, também aumenta as chances do paciente ser ouvido e cuidado de maneira integral.
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No CEON+, o objetivo é rastrear a pré-disposição à doença, com um programa personalizado para cada grupo de risco. Trabalhamos com uma equipe multidisciplinar que tem como objetivo rastrear possíveis sinais de pré-disposição da doença, criando uma abordagem de exames a serem feitos, realizando o acompanhamento dos pacientes e determinando o risco do desenvolvimento de câncer.
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