CEON+ na 40ª edição do Congresso Europeu de Cirurgia Oncológica: confira as novidades do evento com o Dr. Fernando Perrotta!

CEON+ na 40ª edição do Congresso Europeu de Cirurgia Oncológica: confira as novidades do evento com o Dr. Fernando Perrotta!

Na última semana do dia 8 de novembro, um de nossos cirurgiões oncológicos, o Dr. Fernando Perrotta, especialista na área, pôde acompanhar de perto as novidades deste setor na recente edição do Congresso Europeu de Cirurgia Oncológica. A idealização da Sociedade Europeia de Oncologia Cirúrgica (ESSO), em 1981, teve como objetivo apoiar os seus membros no avanço da ciência e prática da oncologia cirúrgica para o benefício de pacientes com câncer.

A edição contou com a discussão de temas que abordaram os aspectos dos tratamentos cirúrgicos dos cânceres gastrointestinais – câncer de esôfago, estômago, fígado, cólon, reto – e do câncer de mama. Nela, o Dr. Perrotta apresentou seu trabalho científico sobre câncer de esôfago e estômago, realizado no Brasil, em forma de pôster.

Os benefícios de poder participar de eventos como este são, principalmente, os de obter informações acerca do que se tem de mais atual sobre tipos de câncer citados anteriormente e também os de obter conhecimento em relação aos cânceres de maneira geral. Para a clínica, esses congressos podem ajudar a melhorar o tratamento oncológico, na medida em que qualificam os profissionais para oferecer o que tem de melhor e mais moderno para os pacientes que estão combatendo a doença.

De acordo com o Dr. Perrotta, o tratamento oncológico no Brasil está em congruência com os dos demais países, isso porque temos a maioria dos recursos utilizados ao redor do mundo. Entretanto, o que faz com que o nosso país seja mais limitado neste setor tem a ver com a questão de custos, já que alguns convênios não cobrem alguns tipos de tratamento e eles não são totalmente oferecidos na rede pública. Mesmo assim, os tratamentos oncológicos utilizados em outros países, em sua maioria, podem ser proporcionados por profissionais brasileiros para pacientes do setor privado ou conveniados. 

Para ele, “o tratamento desses tumores devem ser feitos de maneira multidisciplinar, com oncologista, com o radioterapeuta e com o cirurgião, assim como nós fazemos na clínica (Centro de Oncologia CEON+). Sempre se apresentam resultados positivos com uma abordagem deste tipo para o paciente.”

Em conformidade com o objetivo do congresso, o Dr. também pôde trazer informações sobre as novidades de tratamento no combate ao câncer: “O que foi falado de diferente, e que a gente pode considerar de mais importante por ser novo, é sobre a aplicação da imunoterapia. Em alguns tipos de tumores antes da cirurgia ou depois da cirurgia, seja ela para câncer de esôfago ou câncer de cólon”.

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