O que a imunoterapia tem a dizer sobre o tratamento de câncer?

Você já ouviu falar em imunoterapia? Ela foi eleita o maior avanço na luta contra tumores em 2017 pela Sociedade Americana de Oncologia Clínica. O Centro de Oncologia do ABC já discutiu a respeito dos avanços no tratamento contra o câncer, e hoje fala um pouco mais a respeito desse tratamento que vem caindo nas graças dos especialistas.

Desde 2016 os tratamentos contra o câncer têm se revelado muito bem-sucedidos. Oito novas terapias foram aprovadas pela FDA (Food and Drug Administration), além de 12 novas vertentes para tratamentos já estabelecidos.

Uma das mais animadoras é a chamada imunoterapia. Resumidamente, a imunoterapia consiste em medicamentos que não têm o câncer como foco direto, mas visam auxiliar nosso sistema imunológico a detectar um tumor e atacá-lo.

 

 

Como a imunoterapia age?

O câncer “paralisa” as células de defesa, ludibriando as defesas do corpo para que não percebam a doença como uma ameaça, permitindo sua evolução. As drogas imunoterápicas revertem essa realidade e provocam uma reação que combata o tumor. Várias espécies de câncer, como o câncer de bexiga; cabeça e pescoço; pulmão e rins, além de melanomas e linfomas, já são alvos da imunoterapia para tratamento.

As primeiras pesquisas sobre a imunoterapia datam de 1881, mais de um século atrás, utilizando bactérias para estimular as defesas do corpo a responderem a um tecido com câncer. Foi apenas quase 100 anos depois que a primeira medicação que se utilizava desse princípio foi aprovada.

Os remédios atuam hoje em dia principalmente como inibidores de pontos de verificação imunológica, que garantem que as células protetoras não sejam “desperdiçadas”, utilizadas só quando necessário, evitando inflamações e doenças autoimunes.

Mais de setenta atividades biológicas são mediadas por meio de linfócitos, monócitos e macrófagos. Eles podem ser classificados como fatores auxiliares, supressores e reguladores do crescimento e citotóxicos.

 Quando a imunoterapia é indicada?

A imunoterapia, por ainda encontrar-se em fase experimental, requer uma espera de resultados mais contundentes sobre sua eficiência e capacidade de aplicação. O imunomodulador BCG é mais indicado para melanoma maligno e câncer de bexiga.

A Interleucina-2 é aconselhada para tratamentos de sarcomas; carcinomas e cólon e reto; sarcoma de Kaposi e adenocarcinoma de pulmão.

O Interferon é recomendado para mieloma múltiplo; melanoma maligno; leucemia de células cabeludas; linfomas malignos e outros tipos de leucemia.

O Levamisole é indicado para carcinoma intestinal, enquanto o Corynebacterium parvum é indicado para câncer de pulmão.

O que se nota é que a cada dia as terapias sofrem revoluções e a vida dos pacientes oncológicos se torna mais fácil e com uma maior chance de sobrevivência. O CEONABC tem orgulho de ser referência no tratamento contra o câncer e conta com duas unidades equipadas com tecnologia de ponta e profissionais altamente capacitados.

 

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CEONABC MARCA PRESENÇA NO PROSTATE CANCER FORUM

A Dra. Camila Guerra, oncologista clínica do CEONABC, compareceu na sétima edição do Prostate Cancer Forum. O simpósio aconteceu no Rio de Janeiro, com seu início em 19 de agosto.

O evento reuniu profissionais de oncologia e urologia, com palestras significativas de especialistas renomados internacionalmente. Foram discutidas as últimas mudanças no tratamento do câncer apresentadas no último congresso americano de oncologia clínica.

Sobre o câncer de próstata

A neoplasia de próstata é uma das mais comum entre os homens, juntamente com o câncer de pele, pulmão e o câncer colorretal.  A estimativa para novas incidências em 2016 e 2017 é superior a 60 mil.

Vale lembrar que o câncer de próstata figura entre as principais causas de morte pela doença em homens. Com uma boa prevenção, através de acompanhamento médico e exames regulares, a chance de cura é alta. Tudo isso aliado a um diagnóstico precoce.

O CEONABC continua marcando presença nos eventos mais importantes que visam discutir novas tendências, métodos e alternativas relevantes em oncologia. Com profissionais altamente capacitados e em constante desenvolvimento, os pacientes podem contar com um tratamento humanizado e infraestrutura de ponta para atendê-los nesse processo delicado.

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CEONABC PARTICIPA DE TREINAMENTO EM PESQUISA CLÍNICA

A Dra. Claudia Sette, atuante em Oncologia Clínica do CEONABC, marcou presença em treinamento de pesquisa clínica. O evento foi realizado nos dias 16 e 17 de agosto em Buenos Aires, na Argentina.

As pesquisas clínicas consistem em testes com humanos. Eles têm a finalidade de definir um critério de segurança e eficiência de novas drogas. Isso é fundamental para o desenvolvimento de novas formas de cura, tratamentos e terapias alternativas. As pesquisas normalmente são dividas em etapas, dependendo do número de voluntários e o objetivo de cada fase.

O Centro de Oncologia do ABC preza pela constante atualização dos métodos de tratamento contra o câncer e outros problemas relacionados à doença. Seus profissionais participam de todos os processos que têm o avanço da medicina como meta.

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