Os avanços no tratamento oncológico

avanços no tratamento oncológico

Você sabia que a expectativa de vida do brasileiro aumentou quase 30 anos da década de 1950 para os dias de hoje? A medicina tem avanços a cada dia. Assim como a indústria, política e outros setores, também passa por momentos determinantes que revolucionam o cenário. Dessa forma, é muito bom saber que podemos estar perto de um desses momentos.

A cirurgia vem sendo cada vez menos agressiva. A intervenção robótica, por exemplo, garante menos sangramento, dor e a necessidade de analgésicos. Tudo isso além de um menor tempo de recuperação pós-operatória.

Mas o que realmente vai transformar os paradigmas e se tornar um ponto de virada na história?

 

REVOLUÇÕES NO TRATAMENTO

Depois de mais de uma década de estudos genômicos dos cânceres, avanços vêm surgindo. Novos tipos de remédios vêm ganhando espaço com o futuro da oncologia. Segundo a revista Science, eles prometem ser mais aceitos pelo organismo em relação à quimioterapia, além de mais eficientes, aumentando as chances de cura.

Com o uso dessas drogas, a probabilidade de um tratamento quimioterápico mais leve é bem maior. Isto é, quando ele for necessário.

COMO FUNCIONA

Um dos sistemas que pode se tornar a raiz das drogas inteligentes é a epigenética. Conforme envelhecemos, é de praxe que genes sejam alterados ou “desligados”. Isso pode causar vários tipos de câncer. Os reguladores epigenéticos reabilitam essas alterações e acabam com a doença.

Outra droga apresentada pela revista é capaz de atacar a família de genes RAS. Todos temos esses genes, que podem sofrer mutações, podendo gerar o câncer de tireoide e pâncreas, por exemplo, um dos mais complicados de se tratar e que recentemente levou o apresentador Marcelo Rezende a falecer. Com o tratamento mais efetivo de cânceres difíceis de cuidar, a mortalidade pode ser reduzida de forma bastante significativa.

Os inibidores da enzima polimerase (PARP-1) têm o papel de diminuir a chance de células abaladas pelo câncer se fortaleceram e criarem resistência contra a quimio, da mesma forma que os antibióticos se tornam ineficientes com algumas bactérias.

Isso já está sendo usado no tratamento de câncer de ovário. Mas as pesquisas acreditam que esse método pode ser usado em outros tipos de câncer.

 

AVANÇOS SEM ESQUECER DO QUE JÁ É REALIDADE

Vale lembrar que a medicina personalizada e multidisciplinar também é importantíssima. Isso se dá pela análise do perfil biológico do tumor e identificação das alterações genômicas. Esses fatores podem ter implicação na terapia que será empregada.

A abordagem conta com o diagnóstico anatomopatológico, biologia molecular, acompanhamento psicológico, nutricional, fonoaudiológico, etc.

O atendimento humanizado é também se tornou fator fundamental no tratamento, e deve ser trabalhado em todos os centros de oncologia, por toda a equipe envolvida com o paciente. Ele precisa se sentir respeitado e compreendido, além de contar com a total transparência e sinceridade da equipe que o acompanha.

O CEONABC conta com um staff altamente treinado e competente em suas unidades em Santo André e São Caetano. Estamos prontos para receber nossos pacientes e tratá-los da melhor forma possível. Agende uma visita e venha nos conhecer.

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Brasil é um dos líderes em câncer de cabeça e pescoço

O câncer de cabeça e pescoço é um problema grave e atinge muitas pessoas ao redor do mundo. De acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), foram registrados mais de 15 mil novos casos de câncer na cavidade oral e cerca de 7 mil casos de câncer de laringe em 2016.

Conversamos com o Dr. Leandro Matos, médico cirurgião de cabeça e pescoço do Centro de Oncologia do ABC. Ele falou um pouco mais sobre a doença em si, tratamentos e prevenções.

Existem sinais de alerta quanto à suspeita de câncer de cabeça e pescoço. Entre eles úlceras orais que não cicatrizam após 21 dias, ou rouquidão persistente pelo mesmo período. O especialista informa que isso é devido ao fato do câncer da boca e da laringe, serem os mais frequentes.

Existem múltiplas opções de tratamento que podem ser empregadas, combinadas ou isoladamente. Elas envolvem cirurgia, quimioterapia e radioterapia. São tumores que, caso diagnosticados precocemente, têm grande chance de cura. Porém, em casos avançados, essas taxas podem ser muito baixas.

Prevenção é essencial

O Dr. Leandro alerta que, sobre o câncer de boca, o tabagismo é o principal fator de risco. Mas o uso abusivo de álcool e infecção pelo papiloma vírus humano (HPV), adquirido por relação sexual desprotegida, também podem contribuir para a aparição da doença.

O Brasil, infelizmente, ainda é um país com grande incidência da doença. Os cânceres de cabeça e pescoço, quando agrupados, representam o segundo tipo mais frequente de câncer nos homens brasileiros. Os casos são mais altos nos países com baixos níveis socioeconômicos, com altas taxas de tabagismo e abuso do álcool.

Antes de qualquer revolução no tratamento desse tipo de câncer, é muito importante que o foco seja a prevenção, ou seja, parar de fumar e de beber são os passos mais importantes para diminuir as chances de adquirir a doença. Lembrando que o uso de camisinha nas relações sexuais é fundamental para se proteger contra uma DST (Doença Sexualmente Transmitível).

O apoio multiprofissional para sucesso no tratamento do câncer

Segundo o médico, o atendimento humanizado é de suma importância e faz a diferença para os portadores da doença. “Esses pacientes necessitam de um apoio multiprofissional que envolve cirurgião, oncologista, psicologia, nutrição, cuidados de enfermagem e muito apoio da família”, comenta Matos.

O CEONABC é referência em diagnóstico e tratamento do câncer, e nosso corpo clínico conta com especialistas de diversas áreas. Estamos sempre prontos para atender todos os pacientes da melhor forma, além de marcarmos presença nos maiores eventos em Oncologia. Pelo Brasil e pelo mundo, estamos sempre buscando a atualização e aprendizado.

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Câncer de Pâncreas – Por que não abandonar o tratamento?

No último Sábado, dia 16 de setembro, faleceu o apresentador e jornalista Marcelo Rezende, da Rede Record. Ele morreu devido a um câncer de pâncreas que se espalhou para o fígado.

Durante o decorrer da doença, muito se falou sobre sua desistência do tratamento por quimioterapia. Na reta final, Marcelo estava entregue exclusivamente à fé, abrindo mão dos tratamentos tradicionais. No entanto, por mais que a fé seja essencial para qualquer paciente com câncer, a manutenção do acompanhamento médico e dos tratamentos tradicionais continua sendo de extrema importância.

TRATAMENTO FORTE E ALTERNATIVAS

A quimioterapia é algo bastante agressivo e debilitante, com um intervalo de 3 semanas para cada ciclo de tratamento. Após uma sessão, no entanto, o jornalista interrompeu o processo e procurou terapias alternativas.

Divulgada pelo cardiologista, nutricionista e autor Lair Ribeiro, Marcelo Rezende começou a seguir a dieta cetogênica, totalmente sem carboidratos. Segundo Lair, as células cancerígenas se alimentam de açúcar apenas, e, ao cortar a substância, essas células morreriam.

A GRAVIDADE DA DOENÇA E POR QUE NÃO DESISTIR

Interromper o tratamento quimioterápico faz com que a doença avance mais rapidamente. Por isso, não é indicado desistir após seu início. Mesmo que seguisse firme com a terapia tradicional, Marcelo enfrentaria uma batalha difícil contra o câncer.

 No caso do câncer de pâncreas, o diagnóstico precoce muitas vezes não acontece, devido à falta de sintomas expressivos nas fases iniciais da doença. Por ocorrer em um órgão de difícil localização, é possível realizar sua confirmação por exames de sangue e imagem, mas apenas uma biópsia poderá determinar a gravidade do tumor.

 Alguns sintomas de câncer de pâncreas podem se caracterizar pela icterícia (coloração amarelada na pele e nos olhos), dores nas costas e abdômen, emagrecimento repentino e diabetes, que pode surgir sem prévio aviso. O hábito do fumo, consumo excessivo de álcool e má alimentação são fatores de risco para o surgimento da doença.

De acordo com o Dr. Daniel Cubero, Diretor Clínico do Centro de Oncologia do ABC (CEONABC) e Professor Assistente da Disciplina de Oncologia e Hematologia da Faculdade de Medicina do ABC, ao não receberem as substâncias da quimio, as células voltam a se replicar rapidamente, indo para outros órgãos que ainda não estavam acometidos.

 O CEONABC é referência no tratamento contra o câncer. Possui instalações modernas e bem equipadas em suas unidades, além de profissionais altamente capacitados para atender e tratar de forma humanizada todos os seus pacientes.

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Veja entrevista do Dr. Daniel Cubero à Folha de S.Paulo

O Dr. Daniel Cubero, Médico do Centro de Oncologia do ABC (CEONABC) e Professor Assistente da Faculdade de Medicina do ABC, participou de matéria sobre efeitos colaterais no tratamentos contra o câncer e como proteger os pacientes. O artigo foi publicado pelo jornal Folha de S.Paulo, nesta Segunda-Feira, 24/07.

Foi discutida a importância do acompanhamento dermatológico durante o tratamento contra o câncer, que pode causar diversas lesões na pele. Dr. Daniel conta que, em certos casos,  o paciente manifesta sinais de ressecamento, queimaduras ou lesões devido ao tratamento. É preciso interrompê-lo, então, ou trocá-lo por terapias mais antigas. Elas oferecem menos efeitos colaterais, mas ao mesmo tempo não garantem uma sobrevida tão longa.

“Começamos a vivenciar situações onde os efeitos colaterais na pele eram proibitivos para a sequência de um tratamento oncológico importante para o paciente”, diz o especialista.

INTERIOR E EXTERIOR

Dr. Daniel concorda que é essencial dar atenção para as consequências sofridas na pele. Uma boa aparência reflete em um resultado mais efetivo do tratamento, melhorando a autoestima e o bem-estar. Isso dá mais motivação para o paciente seguir na luta contra a doença. “Os pacientes sentem dor por fora e por dentro”, afirma.

A Dra. Dolores Gonzalez Fabra, dermatologista e parceira do Dr. Daniel na Faculdade de Medicina do ABC, conta que a ideia de montar um serviço de dermatologia aliado ao tratamento oncológico surgiu no Brasil há 13 anos. Estudos comprovam que essa prática diminui em 82% o sofrimento dos pacientes.

O CEONABC oferece aos seus pacientes um acompanhamento completo para o tratamento contra o câncer. Com especialistas de diversas áreas, como ginecologia, mastologia, fisioterapia e nutrição, é possível realizar todo o acompanhamento e e recuperação da doença em um único local, com médicos e profissionais habilitados para lidar com a situação e em constante integração.

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