Conheça 10 mitos e 10 verdades sobre o câncer

Muito se ouve falar por aí sobre o câncer, entretanto, muita coisa que lemos ou temos acesso nem sempre é verdade e precisamos estar sempre nos informando através de portais idôneos e falar abertamente sobre a doença.

A palavra “câncer” ainda tem um peso muito grande, estando relacionada a inúmeros preconceitos e assustando pessoas com pouco acesso à informação e à saúde.  Embora estejamos no século XXI, há ainda quem evite pronunciar a palavra câncer, como um prenúncio de mau agouro, ou seja, má sorte ou de algo ruim irá acontecer.

Muitos mitos ainda precisam ser descontruídos e o Centro de Oncologia de ABC, enquanto, não apenas clínica especializada no tratamento do paciente oncológico, como também no papel de difusor de informações acerca da doença, deseja cada dia mais ter um espaço aberto de comunicação.

Não podemos generalizar casos, muito menos deixar espaço para que a má interpretação crie ideias errôneas e verdades absolutas ou vice-versa. Confira a seguir 10 mitos e 10 verdades sobre o câncer, selecionados pela médica oncologista do CEON, Drª Patrícia Santi.

  • MITOS
  1. Pessoas de pele negra não tem câncer de pele

Apesar da maior concentração de melanina, a pele negra também pode ser acometida pela doença, embora a incidência seja muito maior em pessoas de pele mais clara. A fotoproteção é indicada para todos os tipos de pele

  1. Implante de silicone podem provocar câncer de mama

Esse mito foi levanto há muitos anos e derrubado por duas grandes pesquisas realizada no Canadá e outra nos Estados Unidos. O estudo do Canadá avaliou aproximadamente 11.680 pacientes que usaram prótese mamária. Ambas análises não revelaram relação entre o câncer de mama e o silicone.

  1. Os alimentos preparados no microondas podem provocar câncer

O microondas não irá tornar sua comida radioativa já que ele apenas aquece o seu alimento ao produzir uma radiação não ionizante, absorvida pelas moléculas do produto congelado. Ao vibrar, essas moléculas produzem calor, aquecendo seu alimento.

  1. Todo nódulo ou tumor irá se transformar em câncer

Nem todo nódulo ou tumor será um câncer, portanto, ao sentir qualquer protuberância no seu corpo, procure um médico para que os devidos exames sejam realizados e se descubra a causa e o que é aquilo de fato. Lembrando que um nódulo benigno dificilmente poderá se transformar em um nódulo maligno: independentemente do local do corpo onde ele apareça

  1. Leite prejudica o tratamento do câncer

Não há estudos que comprovem que tomar leite prejudica no tratamento quimioterápico.

  1. O câncer é contagioso

Isso não é verdade: o câncer é originado por uma falha genética, ou seja, um “defeito” no DNA da célula de algum tecido provoca a reprodução desordenada das mesmas, formando um tumor.

  1. Um tumor pode ser causado por um trauma

Muitos pacientes acreditam que um tumor pode ser causado em decorrência de um trauma ou pancada e esse mito também deve ser desbancado.

  1. Todo câncer é hereditário

A afirmação que TODO câncer é hereditário é falsa. Apenas em alguns casos a alteração genética pode ter sido herdada do seu pai ou da sua mãe (mesmo eles não tendo desenvolvido a doença), mas isso também não significa a certeza de que você terá câncer. A maior parte dos casos de câncer são esporádicos, ou seja, são adquiridos e não herdados.

  1. Fazer autoexame das mamas substitui a realização de mamografia

Nunca! Durante o autoexame a mulher pode sentir algum nódulo e então procurar um médico, entretanto, para mulheres acima dos 40 anos, recomenda-se o exame de mamografia em periodicidade determinada pelo seu médico. Caso a mama da paciente seja muito densa, uma ultrassonografia pode ser solicitada também.

  1. Mulheres que fizeram histerectomia (retiraram o útero) não precisam fazer exame de Papanicolaou

Depende: se a retirada do útero for parcial (o colo do útero não é retirado), é necessário que seja feito o exame Papanicolau de rotina. O exame preventivo é hoje o principal exame para detecção precoce do câncer do colo do útero.

Se a histerectomia foi feita devido ao diagnóstico de câncer de colo de útero ou se a mulher possuía alterações celulares no colo do útero, o Papanicolaou deve continuar sendo realizado.

Tudo sobre o Câncer Feminino (Trilha de Conteúdo)

  • VERDADES
  1. Homens também podem ter câncer de mama

Embora seja um evento raro, o câncer de mama pode acontecer em homens também (aproximadamente 1% dos casos), ou seja, a cada 100 diagnósticos positivos, 99 são para mulheres e apenas 1 para homens.

  1. Álcool e tabaco elevam as chances de desenvolver câncer

Isso é verdade! Principalmente câncer de cabeça e pescoço: segundo dados do INCA (Instituto Nacional do Câncer) divulgados no ano passado, mais de 10 mil pessoas tenha morrido de câncer de laringe e cavidade bucal em 2015.

Uma pesquisa realizada na Universidade de Otago, da Nova Zelândia, aponta que o álcool foi responsável por cerca de 500 mil mortes em 2012, o que corresponde a cerca de 5,8% desses óbitos no mundo. Os tipos de câncer mais comumente associados ao álcool são: laringe, esôfago, fígado, cólon, garganta, boca, intestino e mama.

  1. Falta de vitamina D eleva os riscos de desenvolver câncer de mama

Embora não haja nenhuma comprovação científica sobre o papel da vitamina D, alguns estudos sugerem que a falta de vitamina D pode ser um fator para o desenvolvimento do câncer de mama, colorretal e próstata. Sua suplementação não é recomendada para a indicação de prevenção contra o câncer.

  1. Amamentação protege contra câncer de mama

Dados de alguns estudos epidemiológicos mostram que a amamentação diminui a incidência desta doença. Acredita-se que esteja relacionado à redução dos ciclos menstruais da mulher, pois enquanto ela amamenta, não menstrua.

Um exemplo disso são as índias brasileiras que possuem uma taxa muito baixa de incidência de câncer de mama, pois se ela vive em um contexto tribal, ou está grávida ou amamentando.

  1. Animais também podem ter câncer 

Sim! Os animais também poder desenvolver a doença. Os casos podem estar associados ao evento genético espontâneo, muitas vezes associado à idade, biológicos (vírus, parasitas e hormônios), físicos (raios UV e radiação) e químicos (pesticidas) e assim como nos seres humanos, pode estar ligado a eventos genéticos hereditários.

  1. Você pode engravidar mesmo depois de ser diagnosticada com câncer de mama

Sim! O seu caso deve ser avaliado por um médico, para determinar quando e como o tratamento será iniciado. O CEON já falou sobre câncer e gravidez no BLOG. Vale a pena ler a entrevista outra vez em caso de dúvida.

  1. O câncer tem cura

Tudo depende essencialmente do tipo de tumor e do estágio no qual ele se encontra. As possibilidades de cura estão diretamente relacionadas com o tempo em que o tumor é detectado no paciente oncológico: quanto mais cedo o diagnóstico, maiores as chances do tratamento dar certo.

  1. Carne vermelha aumenta os riscos de desenvolver câncer

Uma pesquisa britânica mostrou que os altos índices de ferro presentes na carne vermelha podem aumentar o risco de câncer no intestino porque o ferro pode desencadear o processo da doença através de um gene defeituoso presente no órgão.

  1. Sobrepeso aumentam as chances de desenvolver câncer

Um estudo publicado no New England Journal of Medicine de 2016 afirma que o sobrepeso e a obesidade aumentam o risco para 13 tipos de câncer. A Organização Mundial de Saúde (OMS) já havia afirmado anteriormente que o excesso de peso ou a obesidade aumentavam a probabilidade de câncer no rim, intestino, mama, útero e esôfago. Uma análise de mais de 1.000 estudos fez com que mais oito órgãos fossem acrescentados à lista: fígado, pâncreas, estômago, sangue, vesícula, tireoide e um tipo de tumor no cérebro.

  1. Atividade física regular protege contra o desenvolvimento de vários tipos de câncer

A revista cientifica JAMA Internal Medicine afirmou em 2016 através de um estudo que pode ocorrer uma redução de até 7% na probabilidade de desenvolver qualquer tipo de câncer, sendo o de esôfago o de maiores chances de redução (42%). A atividade física reduz a incidência principalmente de ca de mama e colorretal. É o que diz a maioria dos dados. E mesmo 7% é muita coisa…. Vc pode checar, por favor?

Essa matéria foi útil para você? Então não deixe de compartilhar nas redes sociais e seguir a página do CEON no Facebook, o perfil no Instagram e no LinkedIn. Para agendar uma consulta, entre em contato através do telefone (11) 4228-1514, de segunda à sexta-feira, das 08h às 18h.

Câncer e febre amarela: pacientes em tratamento oncológico podem tomar a vacina?

O aumento de casos de febre amarela, principalmente no Estado de São Paulo, desencadeou uma série de dúvidas por parte da população: afinal, pacientes em tratamento oncológico podem ou não tomar a vacina? A médica Camila Guerra, do Centro de Oncologia do ABC (CEONABC) falou um pouco sobre o tema e tira as dúvidas a respeito.

  • Sobre a doença

A febre amarela é uma doença infecciosa grave causada por vírus e transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, o mesmo responsável pela Dengue. Precisamos ressaltar que essa doença NÃO é transmitida por nenhuma espécie de macaco, assim como um ser humano não transmite para outro. Os macacos apenas ajudam a identificar as regiões onde está ocorrendo a circulação do vírus.

  • Estou com câncer: posso tomar a vacina?

Segundo a médica Camila Guerra, a recomendação do Ministério da Saúde e da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica é que nenhum paciente em tratamento oncológico com quimioterapia oral ou venosa deva receber a vacina por até 3 meses após o término do tratamento.

  • E como posso me prevenir?

Recomenda-se o uso de repelentes do icaridina e se possível, o uso de tela nas residências. Evitar áreas de risco também colabora, afirma a médica.

Algumas das ações usadas da prevenção da dengue também são válidas para a febre amarela, como por exemplo, evitar água parada no quintal ou até mesmo em vasos dentro de casa. Qualquer recipiente como caixas d’ água, pneus, latas ou qualquer outro utensílio que contenha água parada são ambientes ideias para a fêmea do mosquito colocar seus ovos, onde nascerão larvas que, após se desenvolverem, se tornarão novos mosquitos.

  • Terminei meu tratamento oncológico: posso ser vacinado?

Pacientes podem ser vacinados após 3 meses do termino do tratamento, exceto aqueles que estejam sendo medicados com Rituximabe, Obinutuzumabe, Imunoterapia ou fludarabina não devem ser vacinados durante o tratamento e por até 6 meses após o seu termino.

“Pessoas que fizeram transplante de medula óssea não podem receber a vacina por até 24 meses após o transplante e a mesma só pode ser realizada se não houver evidencia de doença ou uso de imunossupressores”, finaliza a médica.

Essa matéria foi útil para você? Então não deixe de compartilhar nas redes sociais e seguir a página do CEON no Facebook, o perfil no Instagram e no LinkedIn. Para agendar uma consulta, entre em contato através do telefone (11) 4228-1514, de segunda à sexta-feira, das 08h às 18h.

 

Câncer na gravidez: qual o tratamento mais indicado durante o período gestacional?

O câncer é uma doença que não escolhe sexo, etnia e condições financeiras e pode trazer inúmeras dúvidas ao paciente, quando confirmado os resultados positivos dos exames. Esse tipo de diagnóstico, ainda mais durante o período gestacional, trará de imediato, mais receios para a futura mamãe.
Conversamos com a médica oncologista do Centro de Oncologia do ABC (CEONABC), Patrícia Santi, que falou um pouco sobre o assunto. O primeiro passo é tranquilizar a paciente e sua família, ressaltando que o tratamento com cirurgia e quimioterapia, é compatível com a gestação: “a quimioterapia, aplicada após o primeiro trimestre da gestação, não gera riscos para o feto e a interrupção da gravidez não é sempre necessária”, conta.

E a radioterapia? Eu também posso fazer?
Não. A radioterapia pode elevar as chances de um abortamento, má formação, distúrbios de crescimento e desenvolvimento, “como também efeito carcinogênico e/ou mutações genéticas no feto.
Apenas a quimioterapia é indicada em situações como essas. Os protocolos desse tratamento para uma mulher grávida são os mesmo que aplicados para uma mulher não-gestante”, revela a médica.
Vale ressaltar que, caso haja a necessidade de cirurgia, o procedimento é seguro de ser realizado.

Câncer de mama é o mais diagnosticado durante a gravidez
O câncer de mama pode ocorrer entre 1 a cada 3.000 mulheres, de acordo com dados da Universidade de Navarra University, na Espanha. Ainda assim, ele é considerado o tipo mais frequente em mulheres grávidas, podendo surgir após o parto, no ano do nascimento do bebê ou durante o período de amamentação.
O Grupo Espanhol de Pesquisa sobre Câncer de Mama (GEICAM) afirma que esse problema ocorre entre 6 e 15 por cento dos tumores de mama, com mulheres na faixa dos 24 – 44 anos. A idade média para o aparecimento de câncer de mama em mulheres grávidas é de 36 anos.

Terminei um tratamento oncológico: posso engravidar?
Há alguns estudos e pesquisas que indicam o prazo de 2 anos após o término do tratamento como a faixa de tempo mais segura para se tentar engravidar. Porém, há relatos de que não houve prejuízo algum aos fetos concebidos antes de 1 ano do término do tratamento.
A oncologista Patricia Santi faz um alerta: “mulheres que estejam no pós-tratamento e fazendo o uso do medicamento Tamoxifeno, devem interromper o uso, pelo menos 3 meses antes de parar com os métodos contraceptivos”.

Tudo sobre o Câncer Feminino (Trilha de Conteúdo)

Câncer ginecológico está diretamente ligado à interrupção da gravidez?
Para tumores de colo de útero a interrupção da gravidez não é obrigatória. Dependendo da idade gestacional em que o câncer foi diagnosticado, é possível ser feita uma linfadenectomia (retirada dos gânglios na pelve). Após o primeiro trimestre, é possível ser oferecido quimioterapia neoadjuvante e depois do parto, a cirurgia e/ou radioterapia são realizadas.
Caso a doença esteja em estágio muito inicial (IA1), pode ser realizado o seguimento gestacional, com exame clínico e colposcopia (exame do colo do útero, através de um colposcópio) de 3 em 3 meses até o parto, adiando o tratamento definitivo para depois do nascimento do bebê.
Entretanto, se o tumor estiver muito avançado ou se houver sinal de aumento da doença durante o tratamento ou vigilância, a interrupção da gravidez poderá ser discutida para que um tratamento mais agressivo seja instituído.
Para câncer de ovário, a interrupção da gravidez também não é obrigatória. A cirurgia inicial é segura e a quimioterapia pode ser oferecida após o primeiro trimestre. Após o parto pode ser oferecida uma cirurgia mais extensa, a depender do estágio da doença, para aumentar a chance de cura.
Em tipos de câncer como esse, caso a mulher opte por fazer congelamento de óvulos, ele deve ser realizado antes do início do tratamento oncológico.

Importante: Caso você esteja grávida e tenha recebido tratamento de quimioterapia nos primeiros meses da gestação e/ou radioterapia durante qualquer período, uma avaliação imediata deve ser feita pelo seu médico, para aconselhamento e diagnóstico de possível má formação do feto.

Todas as pacientes com potencial para engravidar devem usar métodos contraceptivos eficazes antes do início de qualquer tratamento.
Essa matéria foi útil para você? Então não deixe de compartilhar nas redes sociais e seguir a página do CEON no Facebook, o perfil no Instagram e no LinkedIn. Para agendar uma consulta, entre em contato através do telefone (11) 4228-1514, de segunda à sexta-feira, das 08h às 18h

O que a imunoterapia tem a dizer sobre o tratamento de câncer?

Você já ouviu falar em imunoterapia? Ela foi eleita o maior avanço na luta contra tumores em 2017 pela Sociedade Americana de Oncologia Clínica. O Centro de Oncologia do ABC já discutiu a respeito dos avanços no tratamento contra o câncer, e hoje fala um pouco mais a respeito desse tratamento que vem caindo nas graças dos especialistas.

Desde 2016 os tratamentos contra o câncer têm se revelado muito bem-sucedidos. Oito novas terapias foram aprovadas pela FDA (Food and Drug Administration), além de 12 novas vertentes para tratamentos já estabelecidos.

Uma das mais animadoras é a chamada imunoterapia. Resumidamente, a imunoterapia consiste em medicamentos que não têm o câncer como foco direto, mas visam auxiliar nosso sistema imunológico a detectar um tumor e atacá-lo.

 

 

Como a imunoterapia age?

O câncer “paralisa” as células de defesa, ludibriando as defesas do corpo para que não percebam a doença como uma ameaça, permitindo sua evolução. As drogas imunoterápicas revertem essa realidade e provocam uma reação que combata o tumor. Várias espécies de câncer, como o câncer de bexiga; cabeça e pescoço; pulmão e rins, além de melanomas e linfomas, já são alvos da imunoterapia para tratamento.

As primeiras pesquisas sobre a imunoterapia datam de 1881, mais de um século atrás, utilizando bactérias para estimular as defesas do corpo a responderem a um tecido com câncer. Foi apenas quase 100 anos depois que a primeira medicação que se utilizava desse princípio foi aprovada.

Os remédios atuam hoje em dia principalmente como inibidores de pontos de verificação imunológica, que garantem que as células protetoras não sejam “desperdiçadas”, utilizadas só quando necessário, evitando inflamações e doenças autoimunes.

Mais de setenta atividades biológicas são mediadas por meio de linfócitos, monócitos e macrófagos. Eles podem ser classificados como fatores auxiliares, supressores e reguladores do crescimento e citotóxicos.

 Quando a imunoterapia é indicada?

A imunoterapia, por ainda encontrar-se em fase experimental, requer uma espera de resultados mais contundentes sobre sua eficiência e capacidade de aplicação. O imunomodulador BCG é mais indicado para melanoma maligno e câncer de bexiga.

A Interleucina-2 é aconselhada para tratamentos de sarcomas; carcinomas e cólon e reto; sarcoma de Kaposi e adenocarcinoma de pulmão.

O Interferon é recomendado para mieloma múltiplo; melanoma maligno; leucemia de células cabeludas; linfomas malignos e outros tipos de leucemia.

O Levamisole é indicado para carcinoma intestinal, enquanto o Corynebacterium parvum é indicado para câncer de pulmão.

O que se nota é que a cada dia as terapias sofrem revoluções e a vida dos pacientes oncológicos se torna mais fácil e com uma maior chance de sobrevivência. O CEONABC tem orgulho de ser referência no tratamento contra o câncer e conta com duas unidades equipadas com tecnologia de ponta e profissionais altamente capacitados.

 

Venha conhecer o Centro de Oncologia do ABC. Siga-nos também no Facebook e Instagram para ficar por dentro de todas as nossas novidades, ações e campanhas.

Tipos frequentes de Câncer em homens

CEONABC já falou a respeito da importância do Urologista na vida masculina e hoje discutiremos sobre os tipos frequentes de Câncer em homens.

Saiba como identificar e se prevenir dessas doenças!

 

Câncer de pele

O câncer de é o de maior incidência, não só entre homens, mas em mulheres também. Ele corresponde a 25% de todos os tumores malignos registrados no Brasil, porém com alta taxa de cura, desde que detectado precocemente.

Fique de olho em manchas na pele que coçam ou sangram; feridas que demoram mais de 1 mês para cicatrizar; pintas que mudam de cor, tamanho ou forma; sinais com diâmetro superior a 6mm. Constatado algum desses sintomas, consulte um médico com urgência.

Pessoas que têm mais contato direto com raios ultravioleta são, inevitavelmente, mais suscetíveis ao câncer de pele, bem como pessoas de pele muito clara, sensível ao sol ou com doenças cutâneas anteriores. É importante se proteger com filtro solar com fator de proteção 15 (no mínimo) e evitar se expor diretamente entre as 10h e 16h.

Câncer de próstata

No Brasil, é o segundo câncer mais comum entre os homens. Sua incidência é maior a partir dos 65 anos de idade, e se caracteriza por ter o seu início de forma silenciosa. Sintomas como fluxo urinário prejudicado e diminuição do controle urinário podem se confundir com o aumento benigno da próstata. Em fase avançada pode provocar até insuficiência renal ou infecção generalizada.

É indicada uma dieta equilibrada, com legumes; frutas; verduras, legumes, grãos integrais e alimentos com menor teor de gordura, mesmo que não seja uma total garantia de prevenção. Outros hábitos também podem ser incluídos na rotina, como diminuir a ingestão de bebidas alcóolicas, abolir o tabagismo e praticar atividades físicas.

 

Câncer de pulmão

Em 90% dos casos diagnosticados, este tipo de câncer deve-se ao fumo. Sua mortalidade é tão alta que, em países desenvolvidos, a média de sobrevivência fica entre 13%e 21% dos casos. É considerado uma das principais causas de mortes evitáveis.

Por mais que os fumantes já estejam acostumados com a tosse, em caso de câncer ela se torna mais recorrente e em horários diferentes, associada ao sangramento pelas vias respiratórias. Uma sequência de pneumonias também pode ser um indicativo da doença.

Um fumante tem até 30 vezes mais chance de desenvolver câncer de pulmão do que um não-fumante, e por isso a principal, forma de prevenção é cortar o cigarro da rotina. Viver em um ambiente com um ar mais limpo e menor poluição também é um aliado de peso. Também é necessário evitar o contato com alguns agentes químicos, como o asbesto; urânio; cádmio, arsênico; entre outros.

Câncer de testículo

O tumor de testículo, apesar de ser facilmente curado ao ser diagnosticado em fase inicial e apresentar baixo índice de mortalidade, é preocupante pois abrange homens entre os 15 até os 50 anos, uma grande faixa etária, e pode ser confundido com uma inflamação dos testículos e dos epidídimos.

Ele pode surgir devido a predisposições genéticas, lesões e a criptorquidia, que ocorre quando um dos testículos não se encontra no saco escrotal. Alteração do tamanho dos testículos; dor no abdômen inferior ou na virilha; sensação de peso no saco escrotal; líquido no escroto; nódulos duros e indolores; sangue na urina e dores em um ou em ambos os testículos podem ser sintomas de câncer, que precisam ser encaminhados ao especialista o quanto antes.

O autoexame é uma forma de se prevenir. Feito uma vez ao mês, de preferência após o banho, o homem deve observar de anormalidades de tamanho, sensibilidade ou densidade. Ele é feito identificando mudanças na pele do escroto e tocando cada testículo com as duas mãos. Posiciona-se o testículo entre os dedos indicador, médio e o polegar. Revirando o testículo entre os dedos não deve haver dor.

 

Câncer colorretal

O câncer colorretal está bastante ligado a hábitos de vida. Consumo elevado de carnes vermelhas processadas; baixa ingestão de frutas, legumes e verduras; sedentarismo e obesidade são fatores de risco para esse câncer, um dos tipos mais comuns.

Fique atento a sintomas como constipação intestinal ou diarreia sem motivo definido; anemia; fraqueza; cólica abdominal; sangramento pelas fezes; emagrecimento; dificuldade para defecar e mudança do hábito de evacuar.

O câncer colorretal pode ser evitado em grande parte ao adotar um estilo de vida mais saudável. Incluir fibras na dieta e praticar exercícios regularmente são uma ótima opção, além de, é claro, fazer um acompanhamento médico com exames de rotina inclusos.

 

O Centro de Oncologia do ABC apoia as campanhas de conscientização e prevenção do câncer, e é referência em tratamento oncológico. Estamos à disposição de nossos pacientes com profissionais renomados e em atualizações constantes. Também possuímos infraestrutura diferenciada, moderna e atendimento humanizado. Tudo para melhorar a experiência de todos os pacientes.

Siga o CEONABC no Facebook e Instagram para ficar por dentro de todas as nossas ações, projetos e novidades.

Os avanços no tratamento oncológico

avanços no tratamento oncológico

Você sabia que a expectativa de vida do brasileiro aumentou quase 30 anos da década de 1950 para os dias de hoje? A medicina tem avanços a cada dia. Assim como a indústria, política e outros setores, também passa por momentos determinantes que revolucionam o cenário. Dessa forma, é muito bom saber que podemos estar perto de um desses momentos.

A cirurgia vem sendo cada vez menos agressiva. A intervenção robótica, por exemplo, garante menos sangramento, dor e a necessidade de analgésicos. Tudo isso além de um menor tempo de recuperação pós-operatória.

Mas o que realmente vai transformar os paradigmas e se tornar um ponto de virada na história?

 

REVOLUÇÕES NO TRATAMENTO

Depois de mais de uma década de estudos genômicos dos cânceres, avanços vêm surgindo. Novos tipos de remédios vêm ganhando espaço com o futuro da oncologia. Segundo a revista Science, eles prometem ser mais aceitos pelo organismo em relação à quimioterapia, além de mais eficientes, aumentando as chances de cura.

Com o uso dessas drogas, a probabilidade de um tratamento quimioterápico mais leve é bem maior. Isto é, quando ele for necessário.

COMO FUNCIONA

Um dos sistemas que pode se tornar a raiz das drogas inteligentes é a epigenética. Conforme envelhecemos, é de praxe que genes sejam alterados ou “desligados”. Isso pode causar vários tipos de câncer. Os reguladores epigenéticos reabilitam essas alterações e acabam com a doença.

Outra droga apresentada pela revista é capaz de atacar a família de genes RAS. Todos temos esses genes, que podem sofrer mutações, podendo gerar o câncer de tireoide e pâncreas, por exemplo, um dos mais complicados de se tratar e que recentemente levou o apresentador Marcelo Rezende a falecer. Com o tratamento mais efetivo de cânceres difíceis de cuidar, a mortalidade pode ser reduzida de forma bastante significativa.

Os inibidores da enzima polimerase (PARP-1) têm o papel de diminuir a chance de células abaladas pelo câncer se fortaleceram e criarem resistência contra a quimio, da mesma forma que os antibióticos se tornam ineficientes com algumas bactérias.

Isso já está sendo usado no tratamento de câncer de ovário. Mas as pesquisas acreditam que esse método pode ser usado em outros tipos de câncer.

 

AVANÇOS SEM ESQUECER DO QUE JÁ É REALIDADE

Vale lembrar que a medicina personalizada e multidisciplinar também é importantíssima. Isso se dá pela análise do perfil biológico do tumor e identificação das alterações genômicas. Esses fatores podem ter implicação na terapia que será empregada.

A abordagem conta com o diagnóstico anatomopatológico, biologia molecular, acompanhamento psicológico, nutricional, fonoaudiológico, etc.

O atendimento humanizado é também se tornou fator fundamental no tratamento, e deve ser trabalhado em todos os centros de oncologia, por toda a equipe envolvida com o paciente. Ele precisa se sentir respeitado e compreendido, além de contar com a total transparência e sinceridade da equipe que o acompanha.

O CEONABC conta com um staff altamente treinado e competente em suas unidades em Santo André e São Caetano. Estamos prontos para receber nossos pacientes e tratá-los da melhor forma possível. Agende uma visita e venha nos conhecer.

Siga-nos também no Facebook e no Instagram para ficar por dentro de todas as nossas novidades.

A importância do Urologista na vida dos homens

O urologista é conhecido por ser o médico responsável pela saúde do homem, mas você sabia que ele é muito mais do que isso? O CEONABC já comentou sobre como a mamografia é fundamental para prevenir o câncer de mama. Hoje abordaremos a importância de outra área na saúde de todas as pessoas.

O Urologista é o encarregado de cuidar de todo o aparelho urinário, atendendo também mulheres e crianças. As mulheres costumam ter uma incidência bem superior aos homens quando nos referimos à infecção urinária e cistite. A enurese noturna, popularmente conhecida como “xixi na cama”, que é considerada uma patologia, atinge as crianças. Outras condições como a fimose, tumor de Wilms e criptorquidia (a falta de um dos testículos) são da alçada do Urologista.

Mas, sem dúvida, os homens são os que mais precisam desse especialista. Doenças como câncer de próstata (bem como sua hiperplasia benigna); câncer no pênis e testículos; tumores renais, de vesícula e bexiga; disfunção erétil; ejaculação precoce; DST’s em geral e outras estão na alcunha do médico urologista. Compete a ele também ajudar o homem a compreender suas fisiologias. Dessa forma ele tira inseguranças e aliviar preocupações que muitas vezes estão apenas no campo psicológico.

 

UROLOGISTA SEM TABUS

 

É fato que ainda existe uma certa resistência do homem em ir ao urologista. Dados do Ministério da Saúde mostram que para cada oito consultas ginecológicas acontece apenas uma urológica. A tendência de consultar o médico apenas quando nos sentimos mal ou identificamos algum sintoma estranho deve ser abandonada. A prevenção é sempre o melhor remédio.

Na faixa dos 15 a 35 anos, a maior preocupação é com o câncer de testículo e as doenças sexualmente transmissíveis. Isso ocorre devido à maior atividade sexual nessa fase da vida. Após os 40 anos o foco são os problemas relacionados à próstata.

O maior alvo de preconceitos é o exame de toque retal. Porém ele é indolor e com a duração máxima de 10 segundos. Avaliando tamanho e consistência da próstata, é imprescindível para investigar se há nódulos ou áreas suspeitas de câncer. Deve ser feito a partir dos 40 anos de idade, faixa etária na qual o câncer tem sua maior incidência na vida masculina.

DESMISTIFICANDO OS EXAMES

O exame de toque deve ser associado a outros exames laboratoriais, como o hemograma, glicemia, creatinina, PSA total e parcial e exames de imagem. Juntos, a eficiência no combate de doenças é muito mais efetivo.

O Novembro Azul mais uma vez serviu para conscientizar e abrir os olhos da população masculina para os cuidados em relação ao câncer de próstata. O Centro de Oncologia do ABC apoia os movimentos e campanhas que tenham a saúde como meta e é referência no tratamento oncológico. Estamos prontos para atendê-lo e tratá-lo de forma humanizada e com profissionais da mais ata qualificação.

Siga o CEONABC no Facebook e Instagram para ficar por dentro de nossas novidades e ações.

CEONABC marca presença em congresso no Rio de Janeiro

O Centro de Oncologia do ABC figura em diversos eventos sobre oncologia. Dessa vez tivemos a oportunidade de participar do XX Congresso Brasileiro de Oncologia Clínica em outubro. No evento, que aconteceu no Rio de Janeiro, foram discutidas as últimas novidades no tratamento cirúrgico do câncer. O congresso contou com a presença de especialistas de renomados centros oncológicos europeus e americanos.

O Dr. Fernando Perrotta, um dos representantes do CEONABC no evento, faz uma reflexão de que cada vez mais fica claro a necessidade de uma total integração entre os três pilares da oncologia que são a oncologia clínica, cirurgia oncológica e radioterapia.

Dessa forma, segundo ele, é possível alcançar os melhores resultados, possibilitando o melhor tratamento e aumentando ainda mais as taxas de cura. Nessa direção, pela primeira vez ocorreu simultaneamente o congresso dessas três especialidades médicas, sendo o evento denominado “I Semana Brasileira da Oncologia”.

“Além de ser um dos maiores eventos sobre o tema na América do Sul, é uma consagração do Brasil em uma direção a ser seguida, com o objetivo maior de oferecer o que de melhor pode ser feito a cada um de nossos pacientes”.

Orgulho

O CEONABC fica honrado em marcar presença nos mais importantes eventos sobre oncologia ao redor do Brasil e do mundo. Sabemos o quão difícil é enfrentar um diagnóstico de câncer. É extremamente necessário um pensamento otimista, com a vontade de vencer acima de tudo; o apoio familiar e uma equipe especializada que acompanhará o paciente nas mais diversas frentes. Além de, é claro, a equipe de oncologia, é fundamental ser assistido por um psicólogo, nutricionista.

Nossos profissionais são altamente capacitados e estamos prontos para atender todos os pacientes de forma qualificada e humanizada.

Siga-nos no Facebook e Instagram para ficar por dentro de todas as nossas atividades e campanhas. Venha também nos conhecer em nossas duas unidades no ABC.

Brasil é um dos líderes em câncer de cabeça e pescoço

O câncer de cabeça e pescoço é um problema grave e atinge muitas pessoas ao redor do mundo. De acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), foram registrados mais de 15 mil novos casos de câncer na cavidade oral e cerca de 7 mil casos de câncer de laringe em 2016.

Conversamos com o Dr. Leandro Matos, médico cirurgião de cabeça e pescoço do Centro de Oncologia do ABC. Ele falou um pouco mais sobre a doença em si, tratamentos e prevenções.

Existem sinais de alerta quanto à suspeita de câncer de cabeça e pescoço. Entre eles úlceras orais que não cicatrizam após 21 dias, ou rouquidão persistente pelo mesmo período. O especialista informa que isso é devido ao fato do câncer da boca e da laringe, serem os mais frequentes.

Existem múltiplas opções de tratamento que podem ser empregadas, combinadas ou isoladamente. Elas envolvem cirurgia, quimioterapia e radioterapia. São tumores que, caso diagnosticados precocemente, têm grande chance de cura. Porém, em casos avançados, essas taxas podem ser muito baixas.

Prevenção é essencial

O Dr. Leandro alerta que, sobre o câncer de boca, o tabagismo é o principal fator de risco. Mas o uso abusivo de álcool e infecção pelo papiloma vírus humano (HPV), adquirido por relação sexual desprotegida, também podem contribuir para a aparição da doença.

O Brasil, infelizmente, ainda é um país com grande incidência da doença. Os cânceres de cabeça e pescoço, quando agrupados, representam o segundo tipo mais frequente de câncer nos homens brasileiros. Os casos são mais altos nos países com baixos níveis socioeconômicos, com altas taxas de tabagismo e abuso do álcool.

Antes de qualquer revolução no tratamento desse tipo de câncer, é muito importante que o foco seja a prevenção, ou seja, parar de fumar e de beber são os passos mais importantes para diminuir as chances de adquirir a doença. Lembrando que o uso de camisinha nas relações sexuais é fundamental para se proteger contra uma DST (Doença Sexualmente Transmitível).

O apoio multiprofissional para sucesso no tratamento do câncer

Segundo o médico, o atendimento humanizado é de suma importância e faz a diferença para os portadores da doença. “Esses pacientes necessitam de um apoio multiprofissional que envolve cirurgião, oncologista, psicologia, nutrição, cuidados de enfermagem e muito apoio da família”, comenta Matos.

O CEONABC é referência em diagnóstico e tratamento do câncer, e nosso corpo clínico conta com especialistas de diversas áreas. Estamos sempre prontos para atender todos os pacientes da melhor forma, além de marcarmos presença nos maiores eventos em Oncologia. Pelo Brasil e pelo mundo, estamos sempre buscando a atualização e aprendizado.

Acompanhe nossa página na web, Facebook e Instagram para ficar por dentro das atividades de todo nosso staff e das novidades do CEONABC. Se preferir, entre em contato conosco para saber mais.

Câncer de Pâncreas – Por que não abandonar o tratamento?

No último Sábado, dia 16 de setembro, faleceu o apresentador e jornalista Marcelo Rezende, da Rede Record. Ele morreu devido a um câncer de pâncreas que se espalhou para o fígado.

Durante o decorrer da doença, muito se falou sobre sua desistência do tratamento por quimioterapia. Na reta final, Marcelo estava entregue exclusivamente à fé, abrindo mão dos tratamentos tradicionais. No entanto, por mais que a fé seja essencial para qualquer paciente com câncer, a manutenção do acompanhamento médico e dos tratamentos tradicionais continua sendo de extrema importância.

TRATAMENTO FORTE E ALTERNATIVAS

A quimioterapia é algo bastante agressivo e debilitante, com um intervalo de 3 semanas para cada ciclo de tratamento. Após uma sessão, no entanto, o jornalista interrompeu o processo e procurou terapias alternativas.

Divulgada pelo cardiologista, nutricionista e autor Lair Ribeiro, Marcelo Rezende começou a seguir a dieta cetogênica, totalmente sem carboidratos. Segundo Lair, as células cancerígenas se alimentam de açúcar apenas, e, ao cortar a substância, essas células morreriam.

A GRAVIDADE DA DOENÇA E POR QUE NÃO DESISTIR

Interromper o tratamento quimioterápico faz com que a doença avance mais rapidamente. Por isso, não é indicado desistir após seu início. Mesmo que seguisse firme com a terapia tradicional, Marcelo enfrentaria uma batalha difícil contra o câncer.

 No caso do câncer de pâncreas, o diagnóstico precoce muitas vezes não acontece, devido à falta de sintomas expressivos nas fases iniciais da doença. Por ocorrer em um órgão de difícil localização, é possível realizar sua confirmação por exames de sangue e imagem, mas apenas uma biópsia poderá determinar a gravidade do tumor.

 Alguns sintomas de câncer de pâncreas podem se caracterizar pela icterícia (coloração amarelada na pele e nos olhos), dores nas costas e abdômen, emagrecimento repentino e diabetes, que pode surgir sem prévio aviso. O hábito do fumo, consumo excessivo de álcool e má alimentação são fatores de risco para o surgimento da doença.

De acordo com o Dr. Daniel Cubero, Diretor Clínico do Centro de Oncologia do ABC (CEONABC) e Professor Assistente da Disciplina de Oncologia e Hematologia da Faculdade de Medicina do ABC, ao não receberem as substâncias da quimio, as células voltam a se replicar rapidamente, indo para outros órgãos que ainda não estavam acometidos.

 O CEONABC é referência no tratamento contra o câncer. Possui instalações modernas e bem equipadas em suas unidades, além de profissionais altamente capacitados para atender e tratar de forma humanizada todos os seus pacientes.

Acompanhe o Facebook e Instagram e saiba mais sobre o Centro de Oncologia do ABC. Você também pode entrar em contato e marcar uma visita.

WhatsApp chat