Quando procurar um médico especialista em câncer de cabeça e pescoço?

Os médicos especialistas em Cabeça e Pescoço concentram-se em lidar com tumores que podem surgir nessas áreas, abrangendo tanto os benignos quanto os malignos. Eles se destacam por um profundo conhecimento anatômico e fisiopatológico dessas regiões complexas, repletas de nervos, músculos e vasos sanguíneos. Embora os procedimentos nessa especialidade geralmente não representem grandes riscos, a sensibilidade da área exige extrema precisão para evitar sequelas e recorrências.

Lesões nessas estruturas podem afetar atividades cotidianas importantes, como falar, comer e se expressar. O objetivo dos especialistas é tratar os pacientes e minimizar os impactos no dia a dia, especialmente em casos de câncer que podem se espalhar pelo corpo. As principais áreas de atuação incluem nódulos e tumores na tireoide, tratamento de tumores no couro cabeludo, glândulas salivares, boca e garganta. A especialidade mantém uma relação próxima com outras áreas da medicina, como Endocrinologia, Dermatologia e Odontologia.

Quando procurar esse especialista?

Sintomas suspeitos

Os sintomas que indicam a necessidade de um especialista de Cabeça e Pescoço incluem feridas na língua, boca ou garganta persistentes, alterações na voz ou deglutição e o surgimento de nódulos no pescoço. Pacientes podem procurar esse especialista sem depender de encaminhamento médico, especialmente se apresentarem esses sintomas.

Se você experimentar qualquer um dos sinais mencionados acima e eles persistirem por mais de três semanas, não hesite em marcar uma consulta com um especialista. A detecção precoce aumenta significativamente as chances de sucesso no tratamento do câncer de cabeça e pescoço.

Diagnóstico e tratamento multidisciplinar

Na fase inicial da investigação diagnóstica, o médico examina o histórico clínico e realiza avaliação física, podendo solicitar exames de imagem como tomografia, ultrassonografia e ressonância magnética. Contudo, a confirmação do câncer requer uma biópsia, obtendo um fragmento para avaliação microscópica. Após a análise, o laudo anatomopatológico fornece informações cruciais para determinar a abordagem terapêutica mais adequada.

O tratamento dos tumores na região da cabeça e pescoço pode envolver cirurgia. Em estágios avançados, radioterapia ou quimioterapia complementares podem ser necessárias. O acompanhamento pós-cirúrgico é multidisciplinar, envolvendo especialidades como oncologia clínica, radioterapia, estomatologia, odontologia, fonoaudiologia, psicologia, fisioterapia e nutrição. A integração dessas disciplinas é fundamental para otimizar os resultados para o paciente

Importância do diagnóstico precoce

O câncer de cabeça e pescoço é uma condição que responde bem ao tratamento quando diagnosticada precocemente. Consultar um especialista em uma fase inicial não só aumenta as opções de tratamento, mas também melhora as perspectivas de recuperação. Ignorar os sintomas pode levar a complicações mais graves, tornando o diagnóstico e tratamento mais desafiadores.

A prevenção como aliada

A frase “prevenir é melhor que remediar” ganha especial destaque quando se trata de tumores de cabeça e pescoço. Hábitos como o uso de cigarros, o consumo excessivo de bebidas alcoólicas e a exposição prolongada ao sol são conhecidos como fatores de risco significativos. Adotar uma abordagem preventiva pode reduzir substancialmente a incidência desses tumores, preservando a saúde da região.

Lembre-se, a prevenção e a detecção precoce são fundamentais para combater o câncer de cabeça e pescoço. Faça exames regulares e, se notar qualquer sinal preocupante, não hesite em procurar a orientação de um profissional de saúde especializado. Sua qualidade de vida está em suas mãos.

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Quais as chances de cura do câncer de pele?

No Brasil, o câncer de pele é uma realidade que impacta a vida de milhares de pessoas a cada ano. De acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), aproximadamente 185 mil novos casos são registrados anualmente no país. Dentre os tipos mais frequentes estão os carcinomas basocelulares e espinocelulares, que, embora comuns, demandam atenção devido à sua prevalência.

No entanto, é o melanoma que se destaca como uma forma mais rara e letal de câncer de pele, contabilizando 8,4 mil casos anuais. Caracterizado por sua agressividade, o melanoma requer uma abordagem cuidadosa e rápida para aumentar as chances de cura. A detecção precoce desempenha um papel crucial nesse cenário.

Segundo informações da Sociedade Brasileira de Dermatologia, quando diagnosticados nos estágios iniciais, tanto os carcinomas de pele quanto os melanomas apresentam taxas de cura superiores a 90%. Essa estatística ressalta a importância de exames regulares e da atenção a qualquer sinal incomum na pele. A realização de consultas periódicas com um dermatologista é essencial, especialmente para aqueles com histórico de exposição solar intensa ou casos anteriores de câncer de pele na família.

Sintomas do câncer de pele

Conhecer os sintomas é fundamental para agir rapidamente e aumentar as chances de cura.

Alterações em pintas e manchas:

Mudanças na cor, tamanho ou forma de pintas e manchas na pele podem indicar problemas. Fique atento a qualquer evolução, especialmente se ocorrer de maneira rápida.

Feridas que não cicatrizam:

Lesões na pele que persistem sem cicatrizar após um período razoável devem ser examinadas. O câncer de pele muitas vezes se manifesta através de feridas que não respondem aos processos normais de cicatrização.

Coceira e sensibilidade:

O aparecimento de coceira persistente ou sensibilidade em áreas específicas da pele pode ser um sinal de alerta. Consulte um dermatologista se notar desconforto prolongado.

Sangramento e crostas:

Lesões que sangram sem motivo aparente ou desenvolvem crostas recorrentes merecem atenção. Esses sintomas podem indicar condições mais sérias, incluindo o melanoma.

Assimetria e irregularidade nas bordas:

Pintas ou manchas que apresentam assimetria, bordas irregulares ou contornos mal definidos podem ser indicativos de câncer de pele. Avalie cuidadosamente esses aspectos durante autoexames regulares.

Aumento de volume:

O crescimento inesperado de lesões ou áreas da pele é motivo para investigação. Medir regularmente o tamanho de pintas e manchas pode ajudar na identificação de mudanças suspeitas.

Importância do diagnóstico precoce

O diagnóstico precoce não apenas aumenta as chances de cura, mas também simplifica o processo de tratamento. Intervenções iniciais muitas vezes envolvem procedimentos cirúrgicos mais simples e menos invasivos, contribuindo para a qualidade de vida do paciente a longo prazo.

A conscientização sobre os fatores de risco e a promoção de hábitos saudáveis relacionados à exposição solar são medidas preventivas cruciais. O uso de protetor solar, roupas adequadas e evitar a exposição prolongada ao sol, especialmente nos horários de pico, são práticas recomendadas para reduzir o risco de desenvolver câncer de pele.

Além disso, educar a população sobre os diferentes tipos de câncer de pele e seus sintomas é fundamental para incentivar a procura por assistência médica ao primeiro sinal de alerta. A disseminação de informações acerca da importância do autoexame e da atenção a mudanças na pele contribui para a formação de uma sociedade mais consciente e atenta à saúde da pele.

A batalha contra o câncer de pele inicia-se na prevenção e na detecção precoce. Com mais de 90% de chance de cura quando identificado nos estágios iniciais, o diagnóstico precoce é um aliado poderoso na luta contra essa doença. Ao adotar práticas preventivas e buscar avaliação médica regular, podemos não apenas proteger nossa pele, mas também garantir um futuro mais saudável e livre do câncer de pele.

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Conheça algumas leis que protegem o paciente oncológico!

Lei

Enfrentar um diagnóstico de câncer é um momento desafiador na vida de qualquer pessoa. Além dos desafios emocionais e físicos, muitos pacientes e suas famílias também se veem sobrecarregados com preocupações financeiras. É importante saber que a legislação brasileira oferece uma série de direitos e benefícios para auxiliar pacientes com câncer em sua jornada de tratamento. Neste artigo, vamos explorar algumas leis que protegem os pacientes oncológicos. Continue a leitura para saber mais!

Lei 12.732/2012 – Agilidade no tratamento

A Lei 12.732/2012 busca proporcionar agilidade no tratamento de pacientes com neoplasias malignas, garantindo que o início do tratamento ocorra em até 60 dias após o diagnóstico da doença. Essa legislação é essencial para quem depende do Sistema Único de Saúde (SUS), assegurando um cuidado mais rápido e eficaz.

Lei 13.370/2016 – Atendimento prioritário

De acordo com a Lei Federal 13.370/2016, pacientes com câncer têm direito a atendimento prioritário em instituições públicas e privadas de saúde. Isso ajuda a evitar longas esperas e a garantir um tratamento mais confortável para os pacientes.

Lei dos 30 dias – 13.896/2019

Outra legislação essencial para promover maior rapidez no tratamento é a Lei dos 30 dias (13.896/2019). Ela estabelece que, em caso de suspeita de câncer, o paciente deve realizar os exames diagnósticos em até 30 dias.

Lei 14.335/2022 – Prevenção, detecção e tratamento dos cânceres de colo uterino, de mama e colorretal

Conforme a nova legislação, todas as mulheres, a partir da puberdade, terão acesso garantido a mamografias, citopatologias e colonoscopias, não mais condicionando esses exames à idade de 40 anos ou ao início da vida sexual.

Adicionalmente, o texto não se restringe apenas a citopatologias e mamografias, englobando todo o procedimento necessário para o diagnóstico de cânceres. A lei também concede ao médico a prerrogativa de solicitar a substituição ou complementação dos exames.

Lei 9.797/1999 – Reconstrução mamária

Garante a reconstrução mamária gratuita no SUS após a mastectomia (remoção da mama) devido ao câncer de mama. Já a Lei 13.770/18 foi criada para determinar que os procedimentos para obter a simetria das mamas e para a reconstrução do complexo aréolo-mamilar integram a cirurgia plástica reconstrutiva.

Lei 12.880/2013 – Tratamento domiciliar

Garante cobertura obrigatória dos planos de saúde o tratamento contra o câncer com medicamentos de uso oral, para pacientes tratados em casa. A lei também prevê a cobertura de procedimentos radioterápicos e de hemoterapia, desde que estejam relacionados à continuidade da assistência prestada na internação hospitalar.

Além dessas leis, é fundamental que o paciente oncológico conheça seus direitos, como isenção de imposto de renda, saque do FGTS, auxílio-doença, direito a acompanhante e transporte gratuito. É importante ressaltar que o acompanhamento por um advogado especializado em direitos do paciente pode ser fundamental para garantir que esses direitos sejam efetivamente respeitados.

Em um momento tão delicado como o enfrentamento do câncer, o conhecimento das leis que protegem o paciente oncológico pode fazer toda a diferença, assegurando um tratamento adequado e a preservação da dignidade e qualidade de vida.

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Conheça as formas de tratar o câncer de próstata e quais cuidados devem ser tomados durante o tratamento

Próstata

O câncer de próstata atinge milhões de homens no mundo inteiro. Trata-se de uma condição séria que demanda atenção e cuidados específicos. Ao receber o diagnóstico de câncer de próstata, muitos pacientes se deparam com a incerteza e uma série de dúvidas sobre o que fazer em seguida. Neste artigo, vamos explorar as diferentes formas de tratamento disponíveis e os cuidados essenciais que devem ser tomados durante o processo.

Tipos de tratamento

O tratamento do câncer de próstata pode variar consideravelmente de um paciente para outro. A escolha da abordagem depende de fatores como o estágio da doença, a idade do paciente e o estado geral de saúde. As principais formas de tratamento incluem:

Cirurgia:

A prostatectomia, ou remoção cirúrgica da próstata, é uma opção comum, especialmente quando o câncer está localizado apenas na próstata. Esta intervenção pode ser realizada de forma tradicional ou com o auxílio de robôs, uma técnica minimamente invasiva.

Radioterapia:

A radiação é usada para direcionar feixes de energia de alta intensidade para as células cancerígenas, destruindo-as. A radioterapia pode ser usada como tratamento primário ou complementar após a cirurgia.

Terapia hormonal:

A terapia hormonal busca diminuir os níveis de testosterona, o hormônio masculino que alimenta o crescimento do câncer de próstata. Isso pode ser feito com medicamentos ou cirurgia para remover os testículos.

Vigilância ativa:

Em casos de câncer de próstata de crescimento lento e baixo risco, pode ser adotada uma abordagem de vigilância ativa, onde o paciente é monitorado regularmente, mas o tratamento ativo é adiado.

Quimioterapia:

Embora menos comum para o câncer de próstata, a quimioterapia pode ser uma opção quando o câncer se espalhou para outras partes do corpo.

Cuidados durante o tratamento

Além da escolha da forma de tratamento, é fundamental que os pacientes e seus familiares estejam cientes dos cuidados necessários para enfrentar o câncer de próstata com a melhor qualidade de vida possível. Aqui estão algumas dicas essenciais:

Comunicação:

Mantenha uma comunicação aberta com sua equipe médica. Informe-se mais sobre o câncer de próstata e seu tratamento. Quanto mais você souber, mais preparado estará para tomar decisões importantes.

Apoio emocional:

O câncer de próstata pode ser emocionalmente desafiador. Busque apoio de amigos, familiares e grupos de apoio que compartilhem experiências semelhantes.

Alimentação saudável:

Uma dieta equilibrada ajuda a manter a saúde durante o tratamento. Consulte um nutricionista para orientações específicas.

Atividade física:

Mantenha-se ativo na medida do possível, seguindo as orientações médicas. O exercício pode ajudar a combater a fadiga e melhorar o bem-estar.

Gerenciamento dos efeitos colaterais:

Alguns tratamentos podem causar efeitos colaterais, como fadiga, náuseas e mudanças na função sexual. Discuta esses efeitos com seu médico para encontrar maneiras de minimizá-los.

Exames de acompanhamento:

Após o tratamento, é importante continuar realizando exames de acompanhamento regularmente para monitorar o progresso e detectar possíveis recidivas.

O tratamento do câncer de próstata envolve várias opções, cada uma com suas vantagens e desvantagens. É importante que o paciente e sua equipe médica escolham a abordagem mais adequada com base no estágio e nas características da doença. Além disso, cuidados adequados e uma abordagem holística para o tratamento, incluindo apoio emocional e mudanças no estilo de vida, podem contribuir significativamente para a qualidade de vida do paciente.

A jornada de enfrentar o câncer de próstata é desafiadora, mas com informação, apoio e cuidados apropriados, é possível lutar contra a doença e buscar uma vida saudável e plena. Se você ou alguém que conhece está passando por isso, lembre-se de que você não está sozinho e há recursos disponíveis para ajudar nessa jornada.

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Quais são os principais cuidados que o CEON+ oferece aos pacientes com câncer?

cuidados

Receber um diagnóstico de câncer é um momento desafiador na vida de qualquer pessoa. Além das preocupações com o tratamento e a recuperação, os pacientes muitas vezes enfrentam uma série de dúvidas e ansiedades sobre o que está por vir. Nesse momento, é fundamental contar com o apoio adequado e cuidados de saúde de qualidade.

O Centro de Oncologia CEON+ é uma instituição dedicada a oferecer atendimento acolhedor e diferenciado às necessidades dos pacientes oncológicos. Através de uma abordagem integral e multidisciplinar, o CEON+ se destaca por oferecer uma série de cuidados que vão além do tratamento médico tradicional. Neste artigo, vamos explorar os principais cuidados que o CEON+ oferece aos pacientes com câncer.

Equipe multidisciplinar especializada

No CEON+, cada paciente é atendido por uma equipe multidisciplinar de especialistas em oncologia, que inclui oncologistas, cirurgiões, enfermeiros oncologistas e psicólogos. Essa abordagem integrada permite uma avaliação completa do paciente e um plano de tratamento personalizado, levando em consideração não apenas o aspecto físico da doença, mas também o bem-estar emocional e psicológico.

Tratamentos modernos

O CEON+ está constantemente atualizado com as últimas inovações em tratamento de câncer. Isso significa que os pacientes têm acesso a terapias avançadas, como terapias-alvo, imunoterapia e tratamentos com medicamentos de última geração. Essas opções podem melhorar significativamente as chances de recuperação e reduzir os efeitos colaterais adversos.

Apoio psicológico

Lidar com o câncer não é apenas uma batalha física, mas também emocional. É por isso que oferecemos atendimento psicológico especializado. Nossos psicólogos trabalham em estreita colaboração com os pacientes, ajudando-os a lidar com o estresse, ansiedade e depressão que podem surgir durante o tratamento.

Apoio nutricional

A nutrição desempenha um papel fundamental na recuperação e bem-estar dos pacientes com câncer. Nossos nutricionistas desenvolvem planos alimentares personalizados, levando em consideração as necessidades individuais de cada paciente. Isso ajuda a manter a força e a energia durante o tratamento, além de reduzir os efeitos colaterais associados ao mesmo.

Atenção personalizada

Cada paciente é único, e o CEON+ reconhece isso. Os cuidados são adaptados às necessidades individuais de cada pessoa, levando em consideração fatores como idade, estágio da doença, preferências e condições de saúde gerais. A atenção personalizada garante que cada paciente receba o tratamento mais adequado.

Acompanhamento Contínuo

O tratamento do câncer é uma jornada que não termina com a última sessão de quimioterapia ou a cirurgia. O CEON+ oferece um acompanhamento contínuo, monitorando o estado de saúde dos pacientes após o tratamento e realizando exames de acompanhamento para garantir que qualquer sinal de recorrência seja detectado precocemente.

Pesquisa e inovação

O CEON+ está comprometido com a pesquisa e a inovação em oncologia, também se dedicando a realizar estudos clínicos para colaborar com a aprovação de novas abordagens de tratamento contra o câncer. Dessa forma, garante que os pacientes que não possuem recursos ou que precisem de novas opções terapêuticas tenham acesso a tratamentos inovadores gratuitamente.

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Câncer de mama: estudo identifica novo fator de risco para a doença.

Câncer de mama

O mês de outubro é conhecido internacionalmente como o período de conscientização sobre o câncer de mama, representado pela campanha do Outubro Rosa. Neste contexto, além de destacar a importância da prevenção e do diagnóstico precoce da doença, é fundamental abordar os avanços na pesquisa científica que podem revolucionar a forma como entendemos e lidamos com o câncer de mama. Recentemente, cientistas da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, identificaram uma nova abordagem promissora para prever o risco de desenvolvimento desse tipo de câncer.

A pesquisa liderada pela professora associada de Ciências da Saúde Pública, Shu Jiang, acompanhou aproximadamente 10 mil mulheres ao longo de uma década, todas inicialmente sem diagnóstico de câncer de mama. Durante esse período, os cientistas analisaram as mudanças na densidade das mamas das participantes. Ao final do estudo, 289 mulheres haviam sido diagnosticadas com câncer de mama, e suas densidades mamárias foram comparadas com as de outras 658 pacientes com perfis semelhantes, que não desenvolveram a doença.

Os resultados revelaram uma descoberta intrigante: todas as mulheres estudadas experimentaram uma diminuição na densidade das mamas ao longo dos anos, mas aquelas que desenvolveram câncer de mama tiveram um declínio mais lento. Um fator ainda mais revelador foi a observação de que, ao analisar separadamente a densidade das mamas de uma mesma participante, foi possível identificar uma queda significativamente mais lenta na mama que eventualmente desenvolveu tumores.

Essa descoberta pode ter implicações profundas na prevenção e no diagnóstico precoce do câncer de mama. Atualmente, os exames de mamografia fornecem informações sobre a densidade das mamas, mas esse dado não faz parte do protocolo de avaliação de risco. No entanto, com base nos resultados desse estudo inovador, os médicos podem considerar a velocidade com que a densidade mamária de uma paciente está mudando ao longo do tempo como um indicador valioso para prever o risco de desenvolvimento do câncer.

Portanto, neste Outubro Rosa, além de enfatizar a importância da conscientização e da mamografia, também celebramos as conquistas da pesquisa científica, que nos traz novas esperanças e perspectivas na luta contra o câncer de mama. À medida que continuamos avançando no conhecimento e na tecnologia, estamos mais próximos de um futuro onde o câncer de mama pode ser detectado e tratado de forma ainda mais eficaz, oferecendo a todas as mulheres uma chance maior de vencer essa doença.

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Quando ou em quais situações o atendimento de um Psico-oncologista é indicado

psico-oncologia

Não é um mito que o câncer traz uma grande carga emocional e psicológica na vida dos pacientes e seus cuidadores. Estudos indicam que 45% a 60% dos pacientes enfrentam sofrimento psicológico grave após o diagnóstico da doença. A falta de apoio pode levar a ansiedade ou depressão, e negligenciar esses problemas pode afetar negativamente os resultados do tratamento. É aí que a psico-oncologia desempenha um papel importante.

A psico-oncologia, uma especialidade na oncologia, auxilia pacientes e cuidadores a enfrentar os desafios emocionais e psicossociais durante a jornada do câncer. A psicoterapia oferece um espaço seguro e acolhedor no qual os pacientes podem expressar seus sentimentos e pensamentos, proporcionando melhorias significativas em sua qualidade de vida. 

Existem momentos específicos em que buscar o atendimento de um psico-oncologista se torna fundamental. Confira quais são esses momentos a seguir:

Dificuldade de adaptação à nova realidade

A notícia do diagnóstico de câncer pode ser difícil, e muitos pacientes enfrentam dificuldades para se adaptar à nova realidade. O suporte de um psico-oncologista pode auxiliar na aceitação do diagnóstico, ajudando o paciente a encontrar maneiras saudáveis de lidar com as mudanças que estão por vir.

Dificuldade de adesão ao tratamento

Pacientes que enfrentam dificuldades para aderir ao tratamento podem se beneficiar do suporte do psico-oncologista. Isso porque eles entendem melhor a importância de seu tratamento e os benefícios que ele pode proporcionar. Os profissionais auxiliam na identificação das razões por trás da resistência ao tratamento, oferecendo estratégias para melhorar a adesão e, consequentemente, os resultados do tratamento.

Sintomas depressivos e ansiosos

Sentimentos de tristeza, desesperança e preocupação são comuns, mas quando esses sentimentos se tornam muito frequentes e intensos, interferindo na qualidade de vida e no bem-estar, é importante buscar ajuda. A presença de sintomas como tristeza profunda, falta de interesse nas atividades diárias, irritabilidade, preocupação excessiva e ataques de pânico não devem ser ignorados. O psico-oncologista ajuda a avaliar e tratar esses sintomas, permitindo que os pacientes enfrentem o câncer com uma perspectiva mais positiva e saudável.

Apoio aos familiares e cuidadores

Não são apenas os pacientes que enfrentam desafios emocionais durante a jornada do câncer. Cuidadores também podem sentir estresse, sobrecarga emocional e dificuldades para lidar com suas próprias emoções. O psico-oncologista oferece um espaço para os cuidadores compartilharem suas preocupações, aprendendo a cuidar de si mesmos enquanto cuidam de seus entes queridos.

Buscar o atendimento de um psico-oncologista não é um sinal de fraqueza, mas sim uma demonstração de cuidado consigo mesmo durante um momento desafiador. Através da psicoterapia, os pacientes têm a oportunidade de explorar suas emoções, aprender estratégias saudáveis para enfrentar a doença e desenvolver uma perspectiva mais positiva em relação ao futuro.

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Por que a incidência do câncer colorretal está aumentando entre os mais jovens?

Câncer colorretal

Notícias recentes sobre casos de pessoas famosas com menos de 50 anos que foram diagnosticadas com câncer colorretal têm causado preocupação. Embora seja mais comum em indivíduos acima de 55 anos, esse tipo de câncer está aumentando entre os mais jovens em todo o mundo.

Apesar de escassos dados sobre o aumento no Brasil, um levantamento do A. C. Camargo Cancer Center revelou que 20% dos diagnósticos entre 2008 e 2015 foram em pessoas com menos de 50 anos. Nos EUA, um estudo da American Cancer Society prevê que cerca de 13% dos 153 mil casos de câncer colorretal em 2023 ocorrerão em indivíduos com menos de 50 anos, representando um aumento de 9% nos diagnósticos nessa faixa etária de 2020 para cá.

Esse padrão se repete na Europa, onde estudos apontam um aumento significativo da incidência entre pessoas mais jovens, incluindo aqueles com menos de 40 anos, entre 1990 e 2016.

Motivos para o aumento de casos de câncer colorretal entre os mais jovens

As razões por trás desse aumento ainda não são completamente compreendidas. 

Apesar de estudos explorarem a correlação entre obesidade, consumo excessivo de álcool e dietas desbalanceadas com o aumento no índice de casos de câncer colorretal em pessoas com menos de 50 anos, a influência desses fatores não é significativa suficiente para eles serem considerados relevantes na prevenção.

Isso não exclui, porém, a importância de hábitos saudáveis de alimentação. Afinal, a obesidade, o sedentarismo e dietas inadequadas são fatores de risco para doenças cardiovasculares e alguns tipos de diabetes. Da mesma forma, o consumo excessivo de álcool tem seus riscos próprios.

Um fator importante a ser considerado sobre o aumento do câncer colorretal em jovens é a falta de conscientização sobre os riscos dessa doença entre esse público. A demora para buscar atendimento médico resulta no início do tratamento em estágios mais avançados. Consequentemente, esse comportamento pode estar contribuindo para a agressividade reportada nos cânceres diagnosticados nessa faixa etária.

É importante ressaltar que, embora o aumento seja notável, o risco de câncer de intestino nessa demográfica ainda é relativamente baixo. No entanto, a adoção de medidas preventivas e a conscientização sobre os sintomas devem ser amplamente divulgadas para combater esse cenário preocupante.

Fatores de riscos associados ao câncer colorretal

Os principais fatores de risco são um histórico familiar de câncer colorretal e doenças inflamatórias intestinais, já que ele aumenta a probabilidade de desenvolver o câncer através de um componente genético.

É importante que pessoas de todas as idades estejam atentas a sinais de alerta, como sangramento retal, anemia, mudanças nos hábitos intestinais ou dor abdominal. No caso de pessoas mais jovens, o sangramento retal frequentemente é o primeiro sintoma. Em casos suspeitos, é recomendado buscar assistência médica para uma avaliação detalhada.

Prevenção do câncer colorretal

A prevenção contribui para redução do risco desse tipo de câncer. A conscientização sobre os fatores de risco e a realização de exames de rotina, como colonoscopias, podem ajudar a detectar precocemente qualquer anormalidade e permitir um tratamento eficaz.

Ademais, a adoção de uma dieta rica em fibras, frutas, legumes e grãos integrais, bem como a prática regular de atividade física, também é importante, apesar de não ser capaz de evitar o desenvolvimento desse câncer por si só. 

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Novidades da Asco 2023 que vão mudar as práticas clínicas contra o câncer

ASCO 2023

A American Society of Clinical Oncology (ASCO), uma das principais organizações mundiais no campo da oncologia, realizou seu aguardado evento anual em 2023. Este encontro reúne especialistas, pesquisadores e profissionais da área para compartilhar conhecimentos, apresentar avanços científicos e discutir novas abordagens no tratamento do câncer. O evento de 2023 foi particularmente relevante pois trouxe à luz diversas inovações que prometem revolucionar as práticas clínicas contra o câncer. 

Por essa razão, destacamos algumas das principais novidades apresentadas:

Câncer de Pulmão

Uma pesquisa investigou o potencial do medicamento osimertinibe, desenvolvido pela empresa AstraZeneca, para prolongar a sobrevivência de indivíduos que passaram por cirurgia para a remoção de tumores pulmonares. Não obstante, pesquisadores do Centro Oncológico de Yale observaram que esse composto reduziu pela metade o risco de mortalidade em comparação com um placebo – uma substância inativa utilizada em estudos clínicos para fins de comparação com um medicamento ativo.

Glioma

O glioma é uma forma de câncer cerebral que afeta as células de glia, essenciais para o correto funcionamento e proteção do sistema nervoso central. Um estudo apresentou que o medicamento vorasidenibe, desenvolvido pelo laboratório Servier, reduz em 61% o risco de progressão da doença ou óbito. Além disso, o vorasidenibe diminui a necessidade de recorrer a tratamentos mais tóxicos, como quimioterapia e radioterapia, para controlar a disseminação das células cancerígenas no cérebro.

Câncer Retal

Para o câncer retal, cientistas do Centro Oncológico Memorial Sloan Kettering observaram que duas abordagens terapêuticas distintas possuem resultado similar no que diz respeito a altas taxas de sobrevivência e até mesmo cura após cinco anos do início do tratamento.

No estudo, um grupo de voluntários com esse tipo de tumor, que estava localmente avançado, mas sem metástase – ou seja, sem disseminação de células cancerosas para outras partes do corpo – foi submetido a sessões de quimioterapia e radioterapia. Enquanto isso, outra parte dos participantes, com características semelhantes ao primeiro grupo, recebeu apenas tratamento com quimioterapia.

Os pacientes que passaram por sessões de quimioterapia e radioterapia tiveram resultados semelhantes aos que receberam somente quimioterapia. Cerca de 80% dos participantes de ambos os grupos estavam vivos e livres da doença após cinco anos.

Linfoma de Hodgkin

Outra pesquisa abordou o tratamento do linfoma de Hodgkin. Especialistas do Centro Médico City of Hope, nos Estados Unidos, testaram a substituição do medicamento brentuximabe vedotina, da empresa farmacêutica Takeda, pelo nivolumabe, da Bristol Myers Squibb.

O nivolumabe é uma imunoterapia, ou seja, um tipo de medicamento que estimula o sistema imunológico do paciente a combater as células cancerosas. Resultados preliminares indicaram que 94% dos pacientes tratados com a combinação terapêutica de nivolumabe + quimioterapia permaneceram no tratamento após 12 meses. Em contraste, entre os que receberam uma combinação de brentuximabe vedotina + quimioterapia, essa taxa foi de 86%.

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Como detectar o câncer de ovário o mais cedo possível?

Câncer de ovário

Quando ouvimos a expressão “tumores ginecológicos”, normalmente lembramos dos cânceres de mama e colo do útero. Porém, o câncer de ovário é frequentemente esquecido, apesar de ser o tumor ginecológico mais letal . Isso ocorre pois esse tipo de câncer apresenta duas características marcantes que requerem total atenção das mulheres: não manifesta sintomas em estágio inicial e não há um exame específico para sua detecção precisa.

Até o momento, não existem exames específicos que possam identificar o câncer de ovário em estágio inicial. O exame Papanicolau, o mais conhecido dentre os exames ginecológicos, não é capaz de detectar o câncer de ovário, mas sim de prevenir o câncer de colo do útero e outras condições, por isso a importância de visitar o ginecologista anualmente. No demais, vários métodos para avaliar o risco de malignidade são empregados na prática clínica, contudo, ainda não há estudos que comprovem a eficácia de tais procedimentos.

Prevenção do câncer de ovário

Diante dessas dificuldades na detecção precoce, é fundamental que as mulheres conheçam o próprio corpo e busquem assistência médica prontamente ao apresentar sintomas relacionados à doença. Ao perceberem alterações como inchaço abdominal, prisão de ventre, sangramentos, dor lombar, sensação de bexiga cheia e mudanças nos hábitos intestinais, como dificuldade para evacuar, é importante questionar o médico sobre a possibilidade de câncer de ovário. Essa atitude pode levar o ginecologista a realizar uma investigação mais detalhada.

Além disso, é importante ter conhecimento sobre o seu histórico genético familiar, especialmente quando há registros de casos de câncer de ovário ou mama. Aproximadamente 10% a 15% dos casos de câncer de ovário estão ligados a alterações nos genes BRCA1 e BRCA2. Portanto, é essencial encaminhar todas as pacientes com diagnóstico de câncer de ovário para uma avaliação genética, a fim de testar a presença de modificações em genes específicos. Esse procedimento visa identificar pacientes com predisposição hereditária ao câncer, implementando medidas preventivas para os demais membros da família.

Caso o resultado indique esses tipos de mutações, um acompanhamento mais próximo pode ser indicado, com exames mais frequentes para detecção precoce de um possível tumor. Dessa forma, é possível determinar a necessidade de um tratamento. Em determinadas situações, considerando o alto risco de câncer de ovário, pode até ser recomendada a remoção preventiva dos ovários.

Conscientizar-se sobre o câncer de ovário e tomar medidas proativas são os primeiros passos para combater essa doença que representa uma ameaça significativa à saúde das mulheres. O diagnóstico precoce é fundamental para melhorar as chances de um tratamento bem-sucedido. Assim, o papel das pacientes em conhecerem seus corpos e comunicarem sintomas suspeitos aos profissionais de saúde pode ser decisivo nesta luta!

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